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Tratamento de Esgoto em Escolas e
Unidades Educacionais

Tratamento de Esgoto em Escolas e Unidades Educacionais

Tratamento de Esgoto em Escolas e Unidades Educacionais

ETE para escolas

Tratamento de Esgoto em Escolas e Unidades Educacionais

A escolha de uma Estação de Tratamento de Efluente para uma escola ou unidade de ensino deve levar em consideração alguns fatores muito importantes. Iremos tratar aqui dos seguintes pontos:

  • Escolha tipo de ETE;
  • Aprovação de projetos e licenças ambientais necessárias;
  • Cuidados com a fase de obras;
  • Cuidados com operação e manutenção do sistema de tratamento.

O tipo de tratamento adotado determina o consumo de produtos químicos e de energia necessário para o funcionamento da ETE.

Escolha do tipo de ETE

Esta é uma decisão muito importante, pois o tipo de tratamento adotado determina o consumo de produtos químicos e de energia necessário para o funcionamento da ETE. A decisão por um tipo determinado de sistema de tratamento pode influenciar também na simplicidade operacional. Recomenda-se sempre optar por sistemas simplificados, que consumam o mínimo de insumos e energia possível. Dentre estas tecnologias simplificadas podemos citar sistemas biológicos. Sistemas biológicos de tratamento de efluentes possuem maior resistência a choques hidráulicos e de carga orgânica, sendo mais resiliente do que sistemas físico-químicos.

É importante destacar que muitas vezes a legislação ambiental é quem determina o tipo de ETE que você irá optar. Veremos isso melhor no tópico seguinte!

Tratamento de Esgoto em Escolas e Unidades Educacionais
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Aprovação do projetos e licenças ambientais

Consultar os órgãos ambientais para definir qual tipo de sistema será instalado é a etapa mais importante em todo o processo. As exigências podem variar de acordo com os estados e municípios, ou ainda de acordo com o corpo hídrico receptor do efluente tratado, o que torna o processo bastante complexo. Em alguns casos, os parâmetros de tratamento e as licenças para descarte do efluente tratado são definidos pela Concessionária de Água e Esgoto local, em outros pela Autarquia (SAAE), podendo essa competência também ser da agência reguladora ou da Secretaria de Meio Ambiente do município. Buscar as informações corretas é fundamental, pois economiza tempo e dinheiro.

De uma maneira geral, os órgãos ambientais se orientam pelas Resoluções Conama 357/2005 e 430/2011, que é a legislação mais atual para lançamento de esgoto e proteção dos corpos d’água. Dependendo do tipo de corpo d’água (lago, represa, riacho, rio, etc.) em que o efluente será lançado depois de tratado, são definidos os parâmetros para tratamento. Geralmente o parâmetro mais observado é o de remoção de matéria orgânica (DBO), que varia de 80-95% dependendo do sistema escolhido. Esse percentual frequentemente é chamado de eficiência de remoção de matéria orgânica da ETE.

Cuidados com a fase de obra

Existem alguns cuidados durante a fase de obras que o empreendedor deve tomar ao contratar uma Estação de Tratamento de Esgotos para uma escola.

Primeiramente o empreendedor deve optar por uma empresa que instale a ETE causando o mínimo de transtorno possível no canteiro de obras. É preferível adquirir a ETE pré-fabricada, isso diminui drasticamente o tempo de permanência da empresa no canteiro de obras.

O segundo ponto que se deve atentar, é para a questão do transporte. Toda a rota, entrada de caminhão, movimentação do tanque no canteiro de obras do empreendimento deve ser prevista com antecedência para evitar transtornos na hora da instalação do equipamento.

É importante que haja comunicação entre a contrante e a contratada caso haja alguma obra de apoio a ser realizada antes da montagem da ETE, como por exemplo escavações, bases de apoio, casas de operação, ponto de água e energia.

Tratamento de Esgoto em Escolas e Unidades Educacionais
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O grau de independência do sistema de tratamento, vai variar de acordo com a tecnologia em que ele foi concebido.

Manutenção do sistema

Por fim, ao tratar do tratamento de efluentes sanitários para escolas, devemos lembrar que este equipamento instalado deverá passar por uma rotina de operação e manutenção. O grau de independência do sistema, vai variar de acordo com a tecnologia em que ele foi concebido. Por isso vale ressaltar a importância de se optar por sistemas simplificados de tratamento.

A maior parte dos sistemas de tratamento, exige cuidados de operação semanais. Tomando como exemplo os sistemas desenvolvidos pela Fluxo Ambiental, os principais procedimentos operacionais, são:

Limpeza de gradeamento; Remoção de escuma; Verificação de obstruções em tubulações e conexões; Verificação de funcionamento dos equipamentos eletromecânicos (caso houver); Descarte do lodo para Bolsa Drenante (caso houver); Reposição de pastilhas de cloro.

Na Fluxo, todos estes procedimentos são realizados por uma equipe móvel de operação que passa semanalmente nos empreendimentos executando estas tarefas e garantindo a qualidade do efluente tratado.

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