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O desperdício de dinheiro no Brasil com
Estações de Tratamento de Esgoto em aço carbono

O desperdício de dinheiro no Brasil com Estações de Tratamento de Esgoto em aço carbono

O desperdício de dinheiro no Brasil com Estações de Tratamento de Esgoto em aço carbono

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O desperdício de dinheiro no Brasil com Estações de Tratamento de Esgoto em aço carbono

Um dos maiores ralos dos parcos recursos investidos pelo Brasil no setor de saneamento está no emprego de soluções tecnológicas frequentemente inadequadas ou incorretas. Um exemplo muito claro desse desperdício está no emprego do aço carbono em sistemas de esgotamento sanitário, conforme vou detalhar a seguir.

Para melhor esclarecer os fenômenos importantes para o tema que abordo, vamos falar um pouco de química sem nos aprofundarmos muito. A fragilidade do aço carbono frente ao esgoto decorre da presença importante de compostos de enxofre nesse último. O enxofre é encontrado nos alimentos e, principalmente, nos produtos de higiene e de limpeza que utilizamos em nossas residências. Até mesmo algumas águas minerais contém enxofre na forma de sulfato, que vem a ser a forma mais oxidada que esse elemento pode atingir.

Sucede que o esgoto contém uma quantidade elevada de compostos orgânicos, que possuem elevada capacidade de “retirar” átomos de oxigênio dos compostos oxidados de enxofre. A esse fenômeno chamamos de redução, que resulta na produção de sulfetos e causa uma série de problemas de ordem prática. O pH do esgoto é determinante da forma com que o sulfeto se apresentará no meio, que pode ser a de sulfeto de hidrogênio (HS), identificado pelos franceses como o “gás de todos os perigos” (le gaz de tous les dangers).

O sulfeto de hidrogênio é muito conhecido dos profissionais de saneamento no mundo inteiro, pelos os estragos que é capaz de causar em equipamentos e peças em aço carbono, mas também pelo seu odor de ovo podre e por ser neurotóxico aos humanos. O nariz humano é extremamente sensível na sua detecção, o que explica a reação da população quando uma estação de tratamento de esgoto não está funcionando bem.

A corrosão causada por esse composto está relacionada à sua oxidação quando o biogás gerado pela degradação anaeróbia do esgoto entra em contato com a atmosfera. Nesse caso, o sulfeto de hidrogênio é transformado em ácido sulfúrico, que vem a ser um ácido forte altamente corrosivo. O aço carbono, mesmo protegido por um tratamento de superfície em epóxi ou fibra de vidro, a longo termo não resiste aos seus efeitos. Por isso o aço sempre foi evitado nas soluções de esgotamento sanitário em todo o mundo. As escadas – marinheiro em aço foram proscritas das redes de esgoto, porque os acidentes frequentes nos degraus corroídos causavam ferimentos sérios (na maioria das vezes na coxa) dos trabalhadores do setor.

Mas agora o aço ressurge no Espírito Santo e em outros estados brasileiros como material de construção de estações de tratamento de esgoto. A combinação de uma tecnologia de tratamento de esgoto eficiente e barata com um material de construção que agiliza a obra e permite bom acabamento está na origem desta nova leva de estações de tratamento metálicas. Isso se intensificou a partir do ano 2000 e atinge hoje um patamar preocupante, porque, após um período de 16 anos de experiência, é possível se constatar as consequências negativas da opção tecnológica.

O Espírito Santo possui uma quantidade expressiva de estações de tratamento completamente corroídas, muitas das quais não podem mais ser recuperadas. Aquelas que foram reformadas deverão sê-lo novamente em um período de 5 anos, que vem a ser o prazo de garantia das empresas que lidam com esse tipo de material. Os custos de uma reforma geralmente remontam a 40% do valor de implantação da estação, que geralmente deve ter uma vida útil de 20 anos. Considerando essa vida útil recomendada pelas normas brasileiras, isso significa que uma estação deverá ser reformada pelo menos três vezes ao longo do seu período de funcionamento. Mau negócio para população, não? Vários municípios com autarquia de saneamento própria e algumas empresas de saneamento de outros estados brasileiros já se deram conta do problema e não autorizam mais esse tipo de material em seus empreendimentos.

Então, como explicar a insistente publicação de editais para implantação de estações de tratamento de esgoto em aço carbono? Não é possível entender como técnicos de empresas concessionárias do serviço de esgotamento sanitário (exemplo: CESAN), empresas de projeto, Fundação Nacional de Saúde, indústrias, dentre outras instituições, ainda especifiquem esse material nas soluções de tratamento de esgoto.

Recursos financeiros importantes para a ampliação da cobertura do esgotamento sanitário no ES e no Brasil estão sendo corroídos diuturnamente pelo sulfeto de hidrogênio nas estações de tratamento de esgoto em aço carbono. Até quando isso vai perdurar?

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